Dizes-me que não há como…

Dizes-me que não há como…

Não há como os dias
se tornarem abertos e fraternos
e das ruas
brotarem rasgos
de cumplicidade afectiva
e nas casas
escorrerem linhas das cores
que se escondem
aos olhos
do quotidiano

Talvez não,
mas eu sigo procurando

Queres vir comigo?

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